origem e história

Tudo começou em 2014, quando Rafa e Lud, os fundadores da SLOW, foram forçados a rever o seu negócio. Eles tinham uma    agência de comunicação que estava indo bem mal. Esse grande desafio de ter de buscar um novo trabalho depois dos 40 anos fez reviver um antigo desejo do Rafa: fazer pão.   

 

Do início do aprendizado como autodidata até os primeiros pães vendidos pra entrega em casa foram necessários seis meses. Uma época de bastante intensidade, permeada pela boa sorte de cruzar logo nos primeiros meses de vida o caminho da Junta Local. O coletivo de produtores mudou a trajetória da SLOW. Foi nas feiras da Junta que os pães ganharam uma crescente legião de fãs. Bastava montar a banca pra em poucas horas a fornada inteira acabar. Logo ficou claro que o ateliê estava pequeno, apontando pra necessidade de investir em estrutura.

 

Pouco antes de completar um ano, a SLOW começou a operação na casa nova: uma fábrica em Botafogo, ali na São João Batista, do lado do cemitério. Ponto improvável, mas que era tudo o que o dinheiro podia pagar. Operando com a fábrica pra entrega de pães em casa e participação nas feiras e sacolas da Junta Local, Rafa e Lud queriam ir além.

 

Eles sonhavam que aquele endereço poderia também abrigar um café, lugar de encontro que pudesse apresentar novas formas de comer o sourdough. Na época, o pão feito pela SLOW era visto como especial, comprado apenas para um queijos e vinhos ou algo assim. Ter um café com preparos cotidianos seria um jeito de contribuir com o fortalecimento dessa cultura de pão artesanal, tão recente ainda no Brasil.

 

Recém-saídos de uma crise financeira e sem caixa pra investir, foram de novo convidados a pensar fora da caixa: montaram o café a partir de um financiamento colaborativo. O que poderia ser apenas um desafio financeiro se transformou numa grande força. Com mais de 160 apoiadores, a SLOW abriu as suas portas em março de 2016. Logo se tornou um dos principais destinos de café da cidade.

 

No novo espaço, focados em mergulhar fundo no processo do pão, Rafa e Lud encontraram também lugar pra novas paixões. A vontade de oferecer sabores inesquecíveis nesse mundo tão acostumado a experiências medianas passou a ser um dos nortes do trabalho. O fazer artesanal de tudo o que serviam começou a receber doses diárias de atenção, cuidado e carinho.

 

O iogurte da casa, o perfume da granola invadindo o salão, sanduíches feitos com pães inesquecíveis acompanhados de queijos de pequenos produtores, tartines de vegetais suculentos e um humus de comer suspirando. Cafés especiais coados com todo amor e técnica e doces conhecidos também como um abraço... De uma mini produção caseira, a SLOW passou a ser esse lugar de comida e afeto, de prazer e encontro.

Não demorou muito pro espaço ficar pequeno. A decisão de oferecer uma experiência especial de sabor atraiu não só cariocas como muitos turistas de passagem pela cidade. Os clientes observavam o salão lotado nos dias de maior movimento, mas o que se vivia internamente era quase uma gincana diária de produção.

 

A procura pelo sourdough fazia as fornadas se esgotarem em poucas horas, tornando uma prioridade o aumento da produção. A compra de fermentadoras e novos fornos possibilitaram o ganho de escala, um ganho de escala respeitando o valor máximo da padaria: compromisso constante com o processo artesanal e a excelência do pão.

 

No final de 2018, a SLOW apontou a direção do seu crescimento abrindo a primeira SLOWZINHA em Ipanema. O ponto, um pequeno espaço na Praça Nossa Senhora da Paz, surgiu como um balcão de vendas da SLOW para atender os moradores mais próximos. Com pães, café especial e seleção de queijos e vinhos, a pequena passou a ser destino de quem valoriza comer e beber bem.

 

Foram três anos e meio de bastante dedicação, que se mostraram fundamentais pra consolidar os alicerces que dão estrutura pra SLOW até hoje.  Na São João Batista, a padaria se tornou celeiro dos profissionais apaixonados pela manufatura e pôde aprofundar ainda mais a busca pela consistência do trabalho. Um amadurecimento essencial para o próximo passo da SLOW.

 

Um templo da manufatura. Um espaço que coloca homem, alimento e conhecimento no centro da experiência. É assim a nova SLOW. Inaugurada em setembro de 2019, ela aprofunda as suas paixões, tornando aparente todos os seus processos e convidando cada visitante a conhecer mais o seu universo.

 

Diferente da maioria dos lugares, que costuma dedicar mais atenção ao crescimento da parte do serviço, a nova SLOW começou a sua expansão de dentro. Com mais de 500 metros quadrados em três andares, o espaço é uma fábrica que também abriga café, confeitaria, torrefação, além da ACADEMIA SLOW. Todos os espaços aparentes ao público.

 

A energia está exatamente na manufatura e o convite é pra que os visitantes possam transitar, conhecendo mais dos processos e interagindo com quem produz. Um dos focos do projeto também foi dar estrutura e qualidade pra equipe, tanto nas áreas de produção como também nos momentos de descanso e pesquisa.

ATELIÊ

SOURDOUGH

JUNTA LOCAL

TRANSFORMAÇÃO

APRENDIZADO

ALIMENTO JUSTO

COLABORAÇÃO

PÃO DE

VERDADE

Crenças

A gente dá o maior valor à água, à energia e à produção local. Evitamos lixo na origem, na hora de comprar produtos, embalagens e todo tipo de material. Acreditamos numa nova cultura urbana, mais leve, mais harmônica, mais inspiradora, mais carioca.

Contato

euquero@theslowbakery.com.br

Endereço

rua general polidoro, 25 botafogo - rio de janeiro

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